Para quem ainda acha que vai comprar caneca, CD, camiseta, DVD, canetinha, livro, munhequeira, TicTac e uma cadeira igual a dela no filme, segue aí um wallpaper bem bacaninha.
Acabo de encontrar no AccessHollywood.com este vídeo onde Nancy O’Dell entrevista Ellen Page sobre suas sensações sobre ser indicada ao Oscar, sobre como ela se veste e sobre as brincadeiras chatas do irmão de Ben Affleck.
Este curta metragem é baseado no filme “The Tracey Fragments” usando cenas disponíveis no concurso “Tracey Re-Fragmentted”.
Originalmente, “Tracey Fragments” - do canadense Bruce McDonald - conta a história de uma menina de 15 anos, vivida por Ellen Page, que perdeu o irmão mais novo e embarca numa jornada desesperada para reencontrá-lo.
O curta “Tracey Exposed” leva a narrativa para outro lado, mostrando uma menina que tem medo de enlouquecer, buscando então refúgio em seu romantismo e em suas noções de amor e adequação.
“Filme do diretor Jason Reitman tem atuação impecável de Ellen Page na pele de garota que engravida
O que surpreende no filme é como os personagens enfrentam a gravidez da filha adolescente com tanta naturalidade. Isso de certa forma o torna inesquecível. O filme, em cartaz no shopping Internacional, possui a capacidade de despertar em cada um de nós aquele lado mais inocente.
Excelente no papel de Juno está a canadense Ellen Page, que começou no cinema aos 10 anos. Em toda a sua carreira, e até o momento, já recebeu 18 prêmios como melhor atriz. Ela é a alma do filme. Os diálogos parecem ter sido criados para ela. A obra venceu o Oscar de Melhor Roteiro Original, graças ao excelente trabalho de Diablo Cody, considerada a roteirista-sensação do momento. Este é seu primeiro roteiro – e, por sinal, muito bem elaborado –, com diálogos bem espertos, apropriados para uma adolescente segura de si, que adora o rock n’roll dos anos 70 e que encara a vida com espontaneidade. Em nenhum momento a personagem pareceu ser irreal ou artificial. Mostra também a fragilidade da atual geração.
Em “Juno” a trilha sonora dialoga bem com o enredo. E jogam papel fundamental os atores escolhidos para sustentar uma trama simples, mas evocativa.
O diretor Jason Reitman (“Obrigado Por Fumar”) dá uma lição ao questionar o descaso da sociedade americana com os jovens, induzindo-os a escolhas que nem sempre são as melhores.
Vale a pena conferir: é um filme inteligente e sensível como poucos, que talvez reinvente nosso modo de encarar a realidade.”
O filme de Sam Raimi, “Drag me to Hell”, uma fábula moral sobre uma menina que é vítima de uma maldição sobrenatural, não vai poder arrastar Ellen Page para o lado errado de Hollywood, pelo jeito.
De acordo com a revista online de filmes de terror Bloody-Disgusting a equipe de “Drag me to Hell” recebeu a notícia de que “Ellen não gostou da última versão do script” e que declinou de participar do filme.
Apesar dos comentários indignados de algumas revistas, talvez tenha sido a melhor medida possível para alguém que quase ganhou o Oscar e que começa a perceber seu potencial para conseguir papéis mais sérios e se afastar de estereótipos que poderiam prejudicar sua carreira.
A notícia foi confirmada pelo site Horror-Movies, que recebeu a notícia diretamente da Mandate Pictures, por e-mail.
As próximas decisões de Ellen Page vão definir sua carreira daqui para frente. Mesmo não tendo ganho o Oscar, a atriz recebeu outros 19 prêmios e 14 indicações, o que a eleva à outro patamar em Hollywood.
Não podemos nos esquecer da talentosa mas sub-utilizada Anna Paquin, que tem tido grande dificuldade de despontar em Hollywood e conseguir bons papéis - mesmo em bons filmes como “Procurando Forrester”.
Paquin, cuja carreira prometia mas foi sumindo inexplicavelmente, chegou a dividir a tela com Page em “X-Men III”, entretanto seu personagem acabou sendo prejudicado pela escolha ambígua de deixar de ser quem é por amor…
Ellen Page vem fazendo ótimas escolhas até agora e eu não pensaria duas vezes antes de dizer que sair do elenco de “Drag me to Hell” foi mais uma decisão acertada.
Abaixo um vídeo de sua presença cativante, como Kitty Pride, em “X-Men III”: