O filme conta a história da difícil e voluntariosa Hagar Shipley (Burstyn), cujas escolas a fizeram se distanciar da família e amigos. Em busca de reconciliação com seu passado, Hagar faz uma jornada pela sua juventude e assistimos às suas motivações e paixões se desenrolando.
A viagem pelas memórias da personagem principal trazem Ellen Page como a amiga Arlene e a pequena Josette Halpert como Arlene mais jovem.
“The Stone Angel” estreia nos EUA no dia 11 de julho.
A frase que o IMDB escolheu como a que define o filme foi: “Por vezes demora toda uma vida para acertar.”
Uma história real, o crime chocou a nação na década de 60, quando Gertrude Baniszewski, mãe de 7 crianças, tem sua frágil sanidade levada ao extremo pelas dificuldades de sua vida e acaba por aprisionar e torturar uma das filhas adolescentes no porão de sua casa.
O drama de Sylvia Likens é contado pelo ótimo elenco, que conta com Ellen Page e Catherine Keener, que culmina com as crianças traumatizadas e uma morte.
Alison Owen (”The Other Boleyn Girl”) é a produtora de mais esta adaptação do romance de Charlotte Bronte, que será estrelado por Ellen Page.
O roteiro será assinado pela novata Moira Buffini e o filme será co-produzido pela BBC.
Com início das filmagens previsto para meados de setembro, ainda não houve convites para a direção, o que será um desafio, se levarmos em consideração que “Jane Eyre” já teve mais de 20 adaptações para o cinema e para a TV.
O enredo gira entorno de uma jovem e órfã governanta que acaba conquista o coração empedernido de seu patrão - o Sr. Rochester. - que, no entanto, esconde um segredo ediondo que pode separá-los para sempre.
Este curta metragem é baseado no filme “The Tracey Fragments” usando cenas disponíveis no concurso “Tracey Re-Fragmentted”.
Originalmente, “Tracey Fragments” - do canadense Bruce McDonald - conta a história de uma menina de 15 anos, vivida por Ellen Page, que perdeu o irmão mais novo e embarca numa jornada desesperada para reencontrá-lo.
O curta “Tracey Exposed” leva a narrativa para outro lado, mostrando uma menina que tem medo de enlouquecer, buscando então refúgio em seu romantismo e em suas noções de amor e adequação.
O filme de Sam Raimi, “Drag me to Hell”, uma fábula moral sobre uma menina que é vítima de uma maldição sobrenatural, não vai poder arrastar Ellen Page para o lado errado de Hollywood, pelo jeito.
De acordo com a revista online de filmes de terror Bloody-Disgusting a equipe de “Drag me to Hell” recebeu a notícia de que “Ellen não gostou da última versão do script” e que declinou de participar do filme.
Apesar dos comentários indignados de algumas revistas, talvez tenha sido a melhor medida possível para alguém que quase ganhou o Oscar e que começa a perceber seu potencial para conseguir papéis mais sérios e se afastar de estereótipos que poderiam prejudicar sua carreira.
A notícia foi confirmada pelo site Horror-Movies, que recebeu a notícia diretamente da Mandate Pictures, por e-mail.
As próximas decisões de Ellen Page vão definir sua carreira daqui para frente. Mesmo não tendo ganho o Oscar, a atriz recebeu outros 19 prêmios e 14 indicações, o que a eleva à outro patamar em Hollywood.
Não podemos nos esquecer da talentosa mas sub-utilizada Anna Paquin, que tem tido grande dificuldade de despontar em Hollywood e conseguir bons papéis - mesmo em bons filmes como “Procurando Forrester”.
Paquin, cuja carreira prometia mas foi sumindo inexplicavelmente, chegou a dividir a tela com Page em “X-Men III”, entretanto seu personagem acabou sendo prejudicado pela escolha ambígua de deixar de ser quem é por amor…
Ellen Page vem fazendo ótimas escolhas até agora e eu não pensaria duas vezes antes de dizer que sair do elenco de “Drag me to Hell” foi mais uma decisão acertada.
Abaixo um vídeo de sua presença cativante, como Kitty Pride, em “X-Men III”: